sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

A Fuga de um Detento

A Fuga de um Detento

Sinto o sangue pulsar,
Em minhas veias,
Sinto minhas lagrimas,
Correrem no meu rosto,
E se escondendo em meus labios.
Eu corro por uma estrada sem fim,
Somente com as roupas do meu corpo,
E uma corrente suja de sangue e de lama.
Minhas pernas doem,
Mas não posso parar,
Ouço os Cães Ladrarem,
Parecendo que chamam meu nome.
Estou desesperado,
Mas é o preço da fuga,
Eu escorrego e caio,
Mas logo levanto.
Sinto que me vigiam,
Mas aonde se escondem?
Eu quero esquecer o que fiz,
Quero recomeçar.
Mas esqueço desse pensamento agora,
Minha unica preocupação é fugir,
Retornar para casa,
Pois é tudo que me resta.

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